Embora atrasada vim compartilhar o primeiro encontro da Oficina de Arte terapia na CUC.
De inicio fizemos uma dança circular onde pudemos exercitar a importância de acolher a pessoa que entra no grupo, dar espaço para ela se colocar e respeitar sua história de vida, e caminhar junto com ela, com este movimento pudemos refletir sobre coisas importantes que devemos nos ater nestes dois meses que vamos estar junto.
Em seguida iniciamos uma vivência chamada "olhos divinos", esta técnica é inspirada na tecelagem primitiva. Os países latino-americanos em sua cultura a chamam de "Ojos de Diós", o trabalho tecido é uma forma de artesanato também encontrada na África e no Oriente. Antigamente, no México, os "olhos divinos" simbolizavam os olhos dos deuses e representavam um pedido de proteção aos recém-nascidos: cruzavam-se os paus e tecia-se uma estrela para cada ano de vida da criança. Este procedimento era realizado até a criança completar cinco anos, pois a partir de então, esta ja poderia confeccioná-lo sozinha e direcionar seus pedidos aos deuses, o numero de cores utilizado indicava a idade da criança (BOA IDÉIA, 1977).
Dentro da oficina cada um dos participantes iniciava a sua estrela, o seu olho de Deus e ao fazer o miolo a pessoa vai desejando para si mesmo o que almeja para este processo terapêutico e assim que da o tanto de voltas suficientes passa seu trabalho para a pessoa que esta ao seu lado e ai é a vez desta pessoa desejar coisas boas para ela e assim sucessivamente e ao final cada um terá seu trabalho passado pela mãos de todos e a partir de então olha para seu trabalho e diz o que ele esta revelando sobre si.
Esta é uma atividade muito rica quanto ao estabelecimento de vínculo e confiança. Foi ótimo os resultados, todos puderam compartilhar um pouco de si e já ter com este trabalho o desejo para que este processo seja muito proveitoso.
Incrivel como depois do trabalho feitoconesguimos imaginar a nossa vida dentro das cores que foram formadas por cada um do grupo!!!
ResponderExcluirAdorei...