Neste trabalho procura-se levar a pessoa a refletir que é possível reconstruir uma determinada situação, reorganizaro caos, ao mesmo tempo que se tem a possibilidade de quebrar paradigmas enraizados e contruir uma nova idéia sobre determinadas situações.
O tema de morte (quebrar, destruir), seguido de um renascimento tem a possibilidade de promover a renovação da fertilidade, inerente a todo processo de transformação (BERNARDO, 2004)
26 de jun. de 2011
Moldura no Espelho
Neste trabalho proponha a pessoa que se olho no espelho e expresse na moldura que confeccionará, o que enxerga em seu interior, trazendo assim para sua consciência uma imagem condizente com toda sua riqueza interior, agregando a maneira como a pessoa se vê e como se mostra ao mundo aspectos de sua alma.
Ao trabalharmos com conteúdos relacionados aos atributos do feminino, estaremos favorecendo a estruturação de aspectos psíquicos relacionados ao desenvolvimento do amor próprio como base da confiança que depositamos em nós mesmos, em nossos sentimentos e na vida em seu constante fluir (BERNARDO, 2008).
Ao trabalharmos com conteúdos relacionados aos atributos do feminino, estaremos favorecendo a estruturação de aspectos psíquicos relacionados ao desenvolvimento do amor próprio como base da confiança que depositamos em nós mesmos, em nossos sentimentos e na vida em seu constante fluir (BERNARDO, 2008).
Circulo de Vela
Neste encontro trabalhamos com o elemento "fogo", elemento que favorece a tomada de consciência por iluminar com sua luz o que não está visível, relacionando-se com a capacidade de criar, com o conhecimenbto e com a ousadia. Este elemento também pode ser utilizado para trabalhar a iniciativa, a combatividade e a capacidade de defesa dos próprios pontos de vista, o fogo ilumina aquilo que temos de mais precioso em nós, trabalha a auto-confiança, e o reconhecimento de potenciais e talentos, a lém de ajudar a ter foco, e trabalhar o medo (BERNARDO, 2008).
Cartaz dos Sonhos
Iniciamos nosso encontro com o conto "O quadro de pano". Nesta história está presente uma tragetória emocional, a possibilidade de transformação de uma situação através de um bordado, e afé neste processo: Uma viúva baseando-se em um quadro comprado, o reproduz com suas próprias mãos, representando uma realidade melhorada com relação a sua realidade atual. O quadro adquirido traz vida através de suas cores vibrantes, e então a viúva pensa o quanto seria bom vivenciar aquela realidade: na aquisição do quadro vê a possibilidade de transformar seu momento atual, passando a fazer seu próprio processo através da reconstrução do mesmo, atividade que passa a provocar mudanças internas e o resgate de sonhos até então adormecidos. O movimento de perda e encontro do quadro pode representar o tempo que se leva para se internalizar e conceber nossos sonhos e então chegar a sua realização, o caminho trilhado e as dificuldades que encontramos perante nossas próprias limitações (BONAVENTURE, 1992).
22 de mai. de 2011
Confecção de um jardim
Nosso segundo encontro:
Iniciamos com um relaxamento, onde a pessoa tem a possibilidade de visualizar seu jardim interior, contendo as coisas que mais gosta e logo após tem a possibilidade de juntamente com mais duas ou três pessoas compartilhar ideias e criar um jardim dentro de uma caixa de sapato. Esta técnica é utilizada para a construção e desenvolvimento grupal e foi criada por Bernardo (2006), é um espaço de respeito as diferenças e um momento de apresentação dos participantes.
Foi um momento de grandes descobertas e também pudemos trazer esta experiência para os relacionamentos diversos de cada integrante, onde este pode visualizar como se posiciona em determinadas situações e assim poder pensar em novas possibilidades de atuação no mundo.
Iniciamos com um relaxamento, onde a pessoa tem a possibilidade de visualizar seu jardim interior, contendo as coisas que mais gosta e logo após tem a possibilidade de juntamente com mais duas ou três pessoas compartilhar ideias e criar um jardim dentro de uma caixa de sapato. Esta técnica é utilizada para a construção e desenvolvimento grupal e foi criada por Bernardo (2006), é um espaço de respeito as diferenças e um momento de apresentação dos participantes.
Foi um momento de grandes descobertas e também pudemos trazer esta experiência para os relacionamentos diversos de cada integrante, onde este pode visualizar como se posiciona em determinadas situações e assim poder pensar em novas possibilidades de atuação no mundo.
Olho de Deus
Embora atrasada vim compartilhar o primeiro encontro da Oficina de Arte terapia na CUC.
De inicio fizemos uma dança circular onde pudemos exercitar a importância de acolher a pessoa que entra no grupo, dar espaço para ela se colocar e respeitar sua história de vida, e caminhar junto com ela, com este movimento pudemos refletir sobre coisas importantes que devemos nos ater nestes dois meses que vamos estar junto.
Em seguida iniciamos uma vivência chamada "olhos divinos", esta técnica é inspirada na tecelagem primitiva. Os países latino-americanos em sua cultura a chamam de "Ojos de Diós", o trabalho tecido é uma forma de artesanato também encontrada na África e no Oriente. Antigamente, no México, os "olhos divinos" simbolizavam os olhos dos deuses e representavam um pedido de proteção aos recém-nascidos: cruzavam-se os paus e tecia-se uma estrela para cada ano de vida da criança. Este procedimento era realizado até a criança completar cinco anos, pois a partir de então, esta ja poderia confeccioná-lo sozinha e direcionar seus pedidos aos deuses, o numero de cores utilizado indicava a idade da criança (BOA IDÉIA, 1977).
Dentro da oficina cada um dos participantes iniciava a sua estrela, o seu olho de Deus e ao fazer o miolo a pessoa vai desejando para si mesmo o que almeja para este processo terapêutico e assim que da o tanto de voltas suficientes passa seu trabalho para a pessoa que esta ao seu lado e ai é a vez desta pessoa desejar coisas boas para ela e assim sucessivamente e ao final cada um terá seu trabalho passado pela mãos de todos e a partir de então olha para seu trabalho e diz o que ele esta revelando sobre si.
Esta é uma atividade muito rica quanto ao estabelecimento de vínculo e confiança. Foi ótimo os resultados, todos puderam compartilhar um pouco de si e já ter com este trabalho o desejo para que este processo seja muito proveitoso.
De inicio fizemos uma dança circular onde pudemos exercitar a importância de acolher a pessoa que entra no grupo, dar espaço para ela se colocar e respeitar sua história de vida, e caminhar junto com ela, com este movimento pudemos refletir sobre coisas importantes que devemos nos ater nestes dois meses que vamos estar junto.
Em seguida iniciamos uma vivência chamada "olhos divinos", esta técnica é inspirada na tecelagem primitiva. Os países latino-americanos em sua cultura a chamam de "Ojos de Diós", o trabalho tecido é uma forma de artesanato também encontrada na África e no Oriente. Antigamente, no México, os "olhos divinos" simbolizavam os olhos dos deuses e representavam um pedido de proteção aos recém-nascidos: cruzavam-se os paus e tecia-se uma estrela para cada ano de vida da criança. Este procedimento era realizado até a criança completar cinco anos, pois a partir de então, esta ja poderia confeccioná-lo sozinha e direcionar seus pedidos aos deuses, o numero de cores utilizado indicava a idade da criança (BOA IDÉIA, 1977).
Dentro da oficina cada um dos participantes iniciava a sua estrela, o seu olho de Deus e ao fazer o miolo a pessoa vai desejando para si mesmo o que almeja para este processo terapêutico e assim que da o tanto de voltas suficientes passa seu trabalho para a pessoa que esta ao seu lado e ai é a vez desta pessoa desejar coisas boas para ela e assim sucessivamente e ao final cada um terá seu trabalho passado pela mãos de todos e a partir de então olha para seu trabalho e diz o que ele esta revelando sobre si.
Esta é uma atividade muito rica quanto ao estabelecimento de vínculo e confiança. Foi ótimo os resultados, todos puderam compartilhar um pouco de si e já ter com este trabalho o desejo para que este processo seja muito proveitoso.
8 de mai. de 2011
Atendimento Psicológico
Queridos amigos estarei atendendo no consultório do Luiz e da Eneida que se localiza próximo ao Metrô Santana na Rua Amaral Gama, 126A - Para agendar consulta entre em contato através dos telefones e e-mail já ofercidos neste bolg.
Beijo Carinhoso,
Lu
Beijo Carinhoso,
Lu
Inicio do Grupo de Arte Terapia na Comunidade Unidos em Cristo
Nesta primeira semana de maio iniciei novo grupo de Arte Terapia na Comunidade Unidos em Cristo. Paulinha (amiga especial) estará me acompanhando neste trabalho. Dias 4 e 5 de maio realizamos entrevista individual com 5 participantes e estamos aguardando para esta semana uma outra pessoa para fecharmos o grupo. Esta entrevista inicial permite conhecer melhor cada pessoa que ira participar do grupo e neste dia já damos um esclarecimento de como será formado o grupo, ou seja, tem duração de 3 meses, sendo 8 encontros sempre as quartas-feiras das 19 as 22hs. Pedimos a gentileza de não chegar atrasado e nem faltar, pois são tão poucos encontros e como um é sequência do outro se perde um ou mais fica prejudicado no processo. O grupo costuma ser divertido e animado, é muito bom poder fazer um trabalho de auto-conhecimento através da arte. Espero de coração poder proporcionar a estas pessoas um espaço de troca e de crescimento.
Lu
22 de abr. de 2011
Sexta-feira Santa
Único dia durante o ano em que não se celebra missa, apenas distribui-se a comunhão. Nesta celebração somos convidados a compreender e a viver mais profundamente o mistério da cruz: o sofrimento e a morte assumidos por Cristo foram em vista da nossa salvação. A Paixão segundo o Evangelho de João apresenta a cruz como glorificação de Jesus, ela é sinal de salvação e de vitória (cf. Jo 3, 14). A Cruz é símbolo de Cristo e da vida nova que ele nos oferece, por isso, ao reverenciarmos a cruz nós estamos adorando o próprio Redentor. A Oração Universal rezada nesta celebração nos faz lembrar que Cristo veio para que todos, sem distinção, tivessem vida em abundância.
Sermão das 7 Palavras, descimento do Senhor Morto da cruz e procissão do enterro (Em alguns lugares o povo tem a tradição de dar um beijo na imagem do Senhor morto.) É mais uma oportunidade para evangelizar, fazendo com que a devoção seja mais significativa, através dos vários grupos, movimentos, pastorais, etc. Destacar e dar um significado ao beijo das crianças, dos jovens, dos casais, dos homens e das mulheres, dos idosos, dos doentes, etc. Uma pequena paraliturgia pode ser preparada para este momento, com cânticos penitenciais e fazendo uma ligação com a Campanha da Fraternidade 2011.
3. MOMENTOS FORTES:
Elementos da Celebração
O elemento fundamental e universal da liturgia desse dia é a proclamação da Palavra, uma vez que a Igreja, por antiqüíssima tradição, não celebra hoje a eucaristia. A celebração compõe-se de três partes:
a) A liturgia da Palavra
O evangelho, conforme uma longa tradição é o da Paixão segundo S. João (Jo 18,1-19.42). A Igreja reserva para este dia precisamente pela perspectiva com que o apóstolo apresenta a vida e a morte de Jesus.
A primeira leitura é o texto do profeta Isaías que narra a passagem do servo sofredor ( Is 52,13-53,12). É um trecho do quarto cântico do Servo de Javé. Com esta leitura é oferecida a imagem do Cristo sofredor, conduzido ao matadouro como uma ovelha muda, carregando todos os nossos pecados, causa da nossa justificação.
O Salmo responsorial é tirado do Sl 30, cujo versículo 6 Jesus pronunciou na cruz (Lc 23,46) "... Sou o opróbrio dos meus inimigos... Confio em ti, Senhor... Fazes brilhar tua face sobre teu servo...” A liturgia atribui a Jesus o Salmo inteiro, encontrando nele a descrição de sua paixão e de seu pleno abandono nas mãos do Pai.
A Segunda leitura, é proclamado um trecho da carta aos Hebreus ( 4,14-16;5,7-9). Ela nos mostra Cristo obediente que se torna causa de salvação eterna para todos os que lhe obedecem.
A.1) Oração Universal
A primeira leitura é o texto do profeta Isaías que narra a passagem do servo sofredor ( Is 52,13-53,12). É um trecho do quarto cântico do Servo de Javé. Com esta leitura é oferecida a imagem do Cristo sofredor, conduzido ao matadouro como uma ovelha muda, carregando todos os nossos pecados, causa da nossa justificação.
O Salmo responsorial é tirado do Sl 30, cujo versículo 6 Jesus pronunciou na cruz (Lc 23,46) "... Sou o opróbrio dos meus inimigos... Confio em ti, Senhor... Fazes brilhar tua face sobre teu servo...” A liturgia atribui a Jesus o Salmo inteiro, encontrando nele a descrição de sua paixão e de seu pleno abandono nas mãos do Pai.
A Segunda leitura, é proclamado um trecho da carta aos Hebreus ( 4,14-16;5,7-9). Ela nos mostra Cristo obediente que se torna causa de salvação eterna para todos os que lhe obedecem.
A.1) Oração Universal
Depois da leitura da Sagrada Escritura e da homilia, a liturgia da Palavra termina com as orações solenes (= Oração universal) segundo o esquema da antiga prece litúrgica: convite, intenções, prece em silêncio, "coleta" (= oração das preces por parte do presidente da assembléia).
São 10 súplicas: pela Igreja, pelo papa, pelas ordens sagradas e por todos os fiéis, pelos catecúmenos, pela unidade dos cristãos, pelos judeus, pelos não-cristãos, pelos que não crêem em Deus, pelos governantes e pelos atribulados...
Podemos assinalar a teologia que emerge do lugar que essas orações solenes ocupam depois da proclamação da palavra de Deus. A assembléia, iluminada pela palavra, abre-se à caridade orando pelas necessidades atuais, começando pela Igreja e assim por diante.
São 10 súplicas: pela Igreja, pelo papa, pelas ordens sagradas e por todos os fiéis, pelos catecúmenos, pela unidade dos cristãos, pelos judeus, pelos não-cristãos, pelos que não crêem em Deus, pelos governantes e pelos atribulados...
Podemos assinalar a teologia que emerge do lugar que essas orações solenes ocupam depois da proclamação da palavra de Deus. A assembléia, iluminada pela palavra, abre-se à caridade orando pelas necessidades atuais, começando pela Igreja e assim por diante.
b) A adoração da Santa Cruz
Não se oferece o sacrifício eucarístico na Sexta-feira santa. Em lugar da eucaristia fazem-se a apresentação e a adoração da cruz. A atenção da Igreja se fixa no calvário. É um rito que nasce como conseqüência da proclamação da paixão de Jesus. Há nesta veneração o antigo costume de mostrar aos fiéis a cruz, descobrindo-a progressivamente enquanto se canta, três vezes, o Ecce lignum crucis (eis o lenho da cruz), ao que o povo responde: "Vinde, adoremos!" Para a adoração da cruz, aproximam-se os cristãos que exprimem sua adoração pela genuflexão, pelo beijo ou por outros sinais adequados. Ao terminar a adoração, põe-se a cruz sobre o altar, que é símbolo do sacrifício e sacerdócio de Jesus Cristo. A assembléia contempla seu Senhor (Jo 19,37).
C. Liturgia da comunhão
Terminada a liturgia da adoração da cruz, cobre-se o altar com uma toalha e traz-se o Santíssimo Sacramento. O presidente da assembléia adora-o, fazendo uma genuflexão. Pronuncia-se o Pai Nosso e o embolismo seguido da aclamação do povo, como nas missas. Em seguida dá-se a comunhão à comunidade.
Podemos dizer que o significado desta comunhão fundamenta-se em São Paulo, que alude a uma relação profunda e misteriosa entre a comunhão sacramental e a paixão e morte de Cristo. Na 1Cor 11,26 ele lembra: "Todas as vezes que comeis desse pão e bebeis desse cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha." A Eucaristia também é participação da morte de Cristo (1Cor10,15-16).
A solene ação litúrgica da paixão e morte do Senhor termina com a oração pós comunhão, que é uma ação de graças pela nova vida que o Pai nos comunicou pela "morte e ressurreição" de seu Filho, e logo em seguida, a oração sobre o povo que menciona junto a morte e a ressurreição, pedindo que "venha o vosso perdão, seja dado o vosso consolo; cresça a fé verdadeira e a redenção se confirme", e o povo se retira em silêncio após esta bênção.
C. Liturgia da comunhão
Terminada a liturgia da adoração da cruz, cobre-se o altar com uma toalha e traz-se o Santíssimo Sacramento. O presidente da assembléia adora-o, fazendo uma genuflexão. Pronuncia-se o Pai Nosso e o embolismo seguido da aclamação do povo, como nas missas. Em seguida dá-se a comunhão à comunidade.
Podemos dizer que o significado desta comunhão fundamenta-se em São Paulo, que alude a uma relação profunda e misteriosa entre a comunhão sacramental e a paixão e morte de Cristo. Na 1Cor 11,26 ele lembra: "Todas as vezes que comeis desse pão e bebeis desse cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha." A Eucaristia também é participação da morte de Cristo (1Cor10,15-16).
A solene ação litúrgica da paixão e morte do Senhor termina com a oração pós comunhão, que é uma ação de graças pela nova vida que o Pai nos comunicou pela "morte e ressurreição" de seu Filho, e logo em seguida, a oração sobre o povo que menciona junto a morte e a ressurreição, pedindo que "venha o vosso perdão, seja dado o vosso consolo; cresça a fé verdadeira e a redenção se confirme", e o povo se retira em silêncio após esta bênção.
4 - O jejum pascalNesse dia observa-se o jejum chamado "pascal", porque nos faz reviver a passagem ("transitus") da paixão à alegria da ressurreição. É um sinal exterior da participação interior do sacrifício de Jesus (2Cor 4,11), e também como sinal de que chegamos aos dias em que nos tiraram o Esposo (cf. Lc 5,33-35). A tradição desse jejum é antiqüíssima, atestada por Tertuliano e Hipólito que, em Roma, a celebração anual da Páscoa começava com o jejum da Sexta-feira santa e prolongava-se durante todo o Sábado, até a celebração da Vigília na noite entre o Sábado e o Domingo.
A Sacrossanctum Concilium, a constituição sobre a liturgia, prescreve: "Sagrado seja o jejum pascal, a se observar na Sexta-feira da Paixão e Morte do Senhor e, se for oportuno, a se estender também ao Sábado Santo, a fim de que se chegue com o coração livre e aberto às alegrias do Domingo da Ressurreição” (SC 110).
O jejum pascal não é um elemento secundário, mas como parte integrante da celebração do tríduo pascal.
20 de abr. de 2011
Oficina de Arteterapia na Comunidade Unidos em Cristo
“As atividades expressivas são aquelas que melhor permitem a espontânea expressão das emoções, que dão mais larga oportunidade para os afetos tomarem forma e se manifestarem, seja na linguagem dos movimentos,dos sons, das formas e das cores” - Nise da Silveira
Segundo a American Art Therapy Association - AATA, (1993 apud CARVALHO, 1995, p. 23), a Arteterapia é definida como:
Arte terapia [...] oferece oportunidades de exploração de problemas e de potencialidades pessoais por meio da expressão verbal e não verbal e do desenvolvimento de recursos físicos, cognitivos e emocionais, bem como a aprendizagem de habilidades, por meio de experiências terapêuticas com linguagens artísticas variadas. [...] A terapia por meio das expressões artísticas reconhece tanto os processos artísticos como as formas, os conteúdos e as associações, como reflexos de desenvolvimento, habilidades, personalidades, interesses e preocupações do paciente. O uso da arte como terapia implica que o processo criativo pode ser um meio, tanto de reconciliar conflitos emocionais como de facilitar a autopercepção e o desenvolvimento pessoal.
A oficina de arte terapia realizada na Comunidade Unidos em Cristo visa a restauração das emoções do indivíduo, sendo uma possibilidade de resgate dos potenciais que talvez estejam adormecidos, sendo necessário que venha a tona o reconhecimento da própria capacidade de criação para que este indivíduo possa ter a oportunidade de uma melhor qualidade de vida.
O trabalho é direcionado a oficinas com vivências e expressões artísticas como musica, dança, pintura, modelagem, desenho, entre outras, com um grupo heterogêneo de seis pessoas direcionando o trabalho ao resgate de seus potenciais. O encontro tem duração de 3horas e é realizado uma vez por semana. É composto por um momento de sensibilização (musica, dança ou relaxamento), desenvolvimento da atividade (vivencias diversas), partilha do trabalho e fechamento.
Portanto o objetivo desta oficina é restaurar a essência da pessoa, sua história de vida e dar novo significado através das vivencias expressivas. Os encontros promovem o auto-conhecimento, ressalta potenciais e fortale auto-estima e auto imagem.
Como surgiu a oficina de arte terapia na Comunidade unidos em Cristo:
Segundo a American Art Therapy Association - AATA, (1993 apud CARVALHO, 1995, p. 23), a Arteterapia é definida como:
Arte terapia [...] oferece oportunidades de exploração de problemas e de potencialidades pessoais por meio da expressão verbal e não verbal e do desenvolvimento de recursos físicos, cognitivos e emocionais, bem como a aprendizagem de habilidades, por meio de experiências terapêuticas com linguagens artísticas variadas. [...] A terapia por meio das expressões artísticas reconhece tanto os processos artísticos como as formas, os conteúdos e as associações, como reflexos de desenvolvimento, habilidades, personalidades, interesses e preocupações do paciente. O uso da arte como terapia implica que o processo criativo pode ser um meio, tanto de reconciliar conflitos emocionais como de facilitar a autopercepção e o desenvolvimento pessoal.
A oficina de arte terapia realizada na Comunidade Unidos em Cristo visa a restauração das emoções do indivíduo, sendo uma possibilidade de resgate dos potenciais que talvez estejam adormecidos, sendo necessário que venha a tona o reconhecimento da própria capacidade de criação para que este indivíduo possa ter a oportunidade de uma melhor qualidade de vida.
O trabalho é direcionado a oficinas com vivências e expressões artísticas como musica, dança, pintura, modelagem, desenho, entre outras, com um grupo heterogêneo de seis pessoas direcionando o trabalho ao resgate de seus potenciais. O encontro tem duração de 3horas e é realizado uma vez por semana. É composto por um momento de sensibilização (musica, dança ou relaxamento), desenvolvimento da atividade (vivencias diversas), partilha do trabalho e fechamento.
Portanto o objetivo desta oficina é restaurar a essência da pessoa, sua história de vida e dar novo significado através das vivencias expressivas. Os encontros promovem o auto-conhecimento, ressalta potenciais e fortale auto-estima e auto imagem.
Como surgiu a oficina de arte terapia na Comunidade unidos em Cristo:
Através do chamado do Senhor em minha vida em 2007 que se deu com certeza com a condução da Trindade Santa e da Virgem Maria. Neste tempo todo venho sendo impulsionada pela espiritualidade que ainda está se desenvolvendo e que vem me fortalecendo no servir através desta Comunidade ao projeto de Deus e que desde o início tive o apoio dos fundadores que já tinham em seu coração este trabalho com a arte.
A primeira oficina que tive a oportunidade de realizar foi no final de 2007, portanto ja são quatro anos de muitas emoçoes e revelaçãoes através deste trabalho. A Comunidade que tem como carisma a restauração do ser humano nas dimensões corpo, alma e espírito, no contexto bio-psico-social e espiritual, através da cura interior, promovendo a auto-imagem, resgatando a dignidade humana e trabalhando a auto-estima, buscando levar o indivíduo a sua essência “o amor”. Este carisma vem de encontro com a proposta desta oficina e com certeza esta experiência inicial na comunidade direcionou meu trabalho de forma a ter uma intimidade muito grande com essa proposta, dando a certeza de que este já era um projeto que estava no coração de Deus desde a minha concepção,e que não foi uma mera coincidência, pois segundo as Suas palavras: “antes de formar você no ventre de sua mãe, eu o conheci; antes que você fosse dado à luz, eu o consagrei, para fazer de você profeta das nações” (Jeremias 1, 4-5); “E agora, bendigam o Deus do universo, que realiza por toda parte coisas grandiosas. Ele exaltou os nossos dias desde o seio materno e age conosco segundo a sua misericórdia” (Eclesiástico 50, 22), me da a certeza de que este encontro não é mera coincidência e sim projeto de Deus, vivenciado e comprovado em cada grupo realizado. Portanto a experiência vivenciada neste espaço santo me fez perceber que o ser-humano apesar de todos seus conflitos, dificuldades mais profundas tem possibilidade de chegar à restauração, tendo oportunidade de voltar ao estágio inicial superando suas misérias e reconstituindo sua dignidade, através do poder de sua fé e da crença em Deus que nos conduz e a quem, podemos confiar tudo o que somos e o que contemos no mais profundo do nosso ser.
Lurdes - Psicóloga e serva responsável pela oficina de Arte Terapia da Comunidade Unidos em Cristo
Lurdes - Psicóloga e serva responsável pela oficina de Arte Terapia da Comunidade Unidos em Cristo
17 de abr. de 2011
O que é Arte Terapia?
Arteterapia é um processo terapêutico que se serve do recurso expressivo a fim de conectar os mundos internos e externos do indivíduo, através de sua simbologia. Variados autores definiram a Arteterapia, todos com conceitos semelhantes no que diz respeito à auto-expressão. É a arte livre, unida ao processo terapêutico, que transforma a Arteterapia em uma técnica especial.
A Arteterapia distingue-se como método de tratamento psicológico, integrando no contexto psicoterapêutico mediadores artísticos. Tal origina uma relação terapêutica particular, assente na interacção entre o sujeito (criador), o objecto de arte (criação) e o terapeuta. O recurso à imaginação, ao simbolismo e a metáforas enriquece e incrementa o processo.
ORIGENS:
O uso de recursos artísticos com finalidades terapêuticas começa a ser incentivado no início do século XIX, pelo médico alemão Johann Christian Reil, contemporâneo de Pinel. Este profissional estabeleceu um protocolo terapêutico, com finalidade de cura psiquiátrica onde incluiu o uso de desenhos, sons, textos para estabelecimento de uma comunicação com conteúdos internos. Estudos posteriores traçaram relações entre Arte e Psiquiatria, sendo que um profissional que também utilizou o recurso da arte aplicado à Psicopatologia foi Carl Jung, que passou a trabalhar com o fazer artístico, em forma de atividade criativa e integradora da personalidade:
- "Arte é a expressão mais pura que há para a demonstração do inconsciente de cada um. É a liberdade de expressão, é sensibilidade, criatividade, é vida" (Jung, 1920).
No Brasil, podem ser elencados os trabalhos desenvolvidos por Ulysses Pernambucano já no início do século XX, trabalho que estimulou a escrita da monografia de Silvio Moura, apresentada em 1923 e intitulada como "Manifestações artísticas nos alienados". Outro nome de importância é Osorio Cesar, que desenvolveu sua prática e pesquisas no Hospital do Juquery, na cidade de Franco da Rocha-SP. Publicou em 1929 o livro "A expressão artística nos alienados", onde propõe uma forma de compreender as produções artísticas destes indivíduos. No hospital é inaugurada, oficialmente, a Oficina de Pintura em 1923 e a Escola Livre de Artes Plásticas em 1949. Outro nome importante no país é de Nise da Silveira, que desenvolveu seu trabalho no Hospital Engenho de Dentro no Rio de Janeiro.
Quanto ao campo e nomeação das práticas realizadas no Brasil como Arteterapia, tem-se o início deste campo por volta da década de 1960, com a vinda de Hanna Kwiatkowska. Hoje este campo se ampliou, com a Arteterapia estando inserida em diversos campos e com a formulação, proposta pela União Brasileira das Associações de Arteterapia - UBAAT, de critérios mínimos que norteiam a formação deste profissional.
CONCEITOS:
O uso de recursos artísticos com finalidades terapêuticas começa a ser incentivado no início do século XIX, pelo médico alemão Johann Christian Reil, contemporâneo de Pinel. Este profissional estabeleceu um protocolo terapêutico, com finalidade de cura psiquiátrica onde incluiu o uso de desenhos, sons, textos para estabelecimento de uma comunicação com conteúdos internos. Estudos posteriores traçaram relações entre Arte e Psiquiatria, sendo que um profissional que também utilizou o recurso da arte aplicado à Psicopatologia foi Carl Jung, que passou a trabalhar com o fazer artístico, em forma de atividade criativa e integradora da personalidade:
- "Arte é a expressão mais pura que há para a demonstração do inconsciente de cada um. É a liberdade de expressão, é sensibilidade, criatividade, é vida" (Jung, 1920).
No Brasil, podem ser elencados os trabalhos desenvolvidos por Ulysses Pernambucano já no início do século XX, trabalho que estimulou a escrita da monografia de Silvio Moura, apresentada em 1923 e intitulada como "Manifestações artísticas nos alienados". Outro nome de importância é Osorio Cesar, que desenvolveu sua prática e pesquisas no Hospital do Juquery, na cidade de Franco da Rocha-SP. Publicou em 1929 o livro "A expressão artística nos alienados", onde propõe uma forma de compreender as produções artísticas destes indivíduos. No hospital é inaugurada, oficialmente, a Oficina de Pintura em 1923 e a Escola Livre de Artes Plásticas em 1949. Outro nome importante no país é de Nise da Silveira, que desenvolveu seu trabalho no Hospital Engenho de Dentro no Rio de Janeiro.
Quanto ao campo e nomeação das práticas realizadas no Brasil como Arteterapia, tem-se o início deste campo por volta da década de 1960, com a vinda de Hanna Kwiatkowska. Hoje este campo se ampliou, com a Arteterapia estando inserida em diversos campos e com a formulação, proposta pela União Brasileira das Associações de Arteterapia - UBAAT, de critérios mínimos que norteiam a formação deste profissional.
OBJETIVOS:
A Arteterapia tem como principal objetivo atuar como um catalisador, favorecendo o processo terapêutico, de forma que o indivíduo entre em contato com conteúdos internos e muitas vezes inconscientes, normalmente barrados por algum motivo, assim expressando sentimentos e atitudes até então desconhecidos.
A Arteterapia resgata o potencial criativo do homem, buscando a psique saudável e estimulando a autonomia e transformação interna para reestruturação do ser. Propõe-se então, a estruturação da ordenação lógica e temporal da linguagem verbal de indivíduos que preferem ou de outros que só conseguem expressões simbólicas. A busca da terapia da arte é uma maneira simples e criativa para resolução de conflitos internos, é a possibilidade da catarse emocional de forma direta e não intencional.
Fonte texto: http://pt.wikipedia.org/wiki/Arte_terapia
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